Quem nos salvará dos bem intencionados?

Por Lewis Brown. Tradução Pedro Saad. "De todas as tiranias, uma tirania sinceramente exercida para o bem de suas vítimas pode ser a mais opressiva. Seria melhor viver sob uma corte de ladrões do que sob iluminados morais onipotentes. A crueldade do nobre ladrão pode, por vezes, arrefecer, e sua cupidez pode em algum momento … Continue lendo Quem nos salvará dos bem intencionados?

O retorno da esquerda radical: fenômeno verdadeiro ou utopia passageira?

Texto escrito por Ambrose Mejean, publicado originalmente no blog Trop Libre. Tradução Pedro Saad. Alexis Tsipras, Jeremy Corbyn, Pablo Iglesias e Bernie Sanders são hoje as principais figuras do retorno de uma esquerda mais radical na política ocidental. Eles podem se envolver entre si? Esse fenômeno é duradouro? Elementos de resposta. As diferenças ideológicas e … Continue lendo O retorno da esquerda radical: fenômeno verdadeiro ou utopia passageira?

Libertários não são liberais 

* Márcio Becker Góis O propósito deste texto é discutir algo que vou denominar tentativa de transubstanciação do termo “liberal” por parte do movimento libertário e, consequentemente, a criação tanto de uma adulteração grosseira do conceito de liberalismo, quanto de falsas divergências entre liberais e conservadores, por exemplo. Especialmente nas discussões que tenho acompanhado, o … Continue lendo Libertários não são liberais 

Movimentos LGBTs conservadores: um contraponto às caricaturas tupiniquins

Costumeiramente, as pessoas entendem os movimentos Conservadores como ações políti​​cas protagonizadas por pessoas intolerantes. E no Brasil, muitas vezes tem sido isso mesmo: sob o pretexto - equivocado - de se dizer conservador, as pautas relativas a minorias não apenas são negligenciadas como demonizadas. Acontece que não faz sentido se dizer conservador para conservar o que … Continue lendo Movimentos LGBTs conservadores: um contraponto às caricaturas tupiniquins

O criminoso e seus defensores 

Apesar de toda publicidade governamental em divulgar que a pobreza diminuiu e que mais milhões têm acesso ao consumo, é ainda muito comum ouvir o discurso lugar-comum de que a origem da criminalidade é a desigualdade social. Com efeito, há muita gente na política que pensa dessa forma. É inegável que a desigualdade econômica é um entre vários correlatos, mas não podemos tomá-la como fator único, numa relação causal inequívoca. Aqueles que constroem esse tipo de lógica, justificando atitudes criminosas, com certeza nunca tomaram um pouco de tempo para analisar fatos e o fazem puramente baseados em suas crenças.